Recursos Didáticos

Considera-se como recurso didático todo o material utilizado no processo ensino/aprendizagem com o objetivo de o tornar mais eficiente e eficaz.

São concebidos para fins pedagógicos, entre outros, o quadro, os acetatos, os textos, as gravações, os filmes, os manuais, etc…

Para além destes, são considerados outros recursos, que podem ajudar a facilitar a apreensão de conhecimentos – jornais, revistas, cartazes, etc…
Tópicos que podem ser discutidos neste artigo

    1. O Objetivo
    2. Os destinatários
    3. O conteúdo da mensagem
    4. Os condicionalismos materiais
    5. O tempo disponível
    6. Os sentidos do formando
    7. Custos dos recursos
    8. Função do recurso didático
    9. Condicionalismos físicos

9 comentários a “Recursos Didáticos

  1. Quando se fala em recursos didáticos não temos uma maneira standardizada para a sua utilização. Um dos pontos a ter em conta é o custo que os recursos didáticos que vamos utilizar irão apresentar. Deste modo, devemos ter em consideração se os custos que podem estar associados à utilização de diversos recursos para determinada sessão se irão ser compensatórios ou não. É possível fazer sessões dinâmicas e motivadoras para os formandos utilizando recursos de baixo custo. É importante ter sempre em atenção o orçamento disponível.

  2. Os sentidos do formando:
    Os formadores podem recorrer a ajudas visuais ou outros suportes para animar uma discussão e estimular os sentidos (percepções) dos formandos, com a finalidade de reforçar pontos importantes. Ao pretender concretizar um determinado objetivo não poderá nunca cair no erro de estimular apenas um sentido. Devem-se estimular os diferentes sentidos de modo a que todos eles contribuam na sua totalidade para que o formando, no final da sessão, tenha aprendido os conteúdos de tal modo que os consiga executar e explicar.

  3. Objectivo: Se o objetivo for demonstrar a funcionalidade do quadro branco, certamente iremos fazê-lo melhor na presença deste recurso do que através de um filme. Os recursos seleccionados terão de estar sempre em consonãncia com a concretização dos objetivos.

    O formador deve saber claramente o que devem aprender os formandos e, a partir daí, traçar os caminhos que melhor desenvolvam as sua competências e habilidades.

  4. 9. Quando planeamos uma formação, temos que garantir que todos os equipamentos e materiais necessários estão disponíveis e a funcionar correctamente. É importante testar os recursos didáticos antes de iniciar a formação para que nada corra mal. Se o recurso que queremos usar não estiver disponível, temos que arranjar uma alternativa que vá de encontro aos objetivos da sessão.

  5. Os destinatários

    Os recursos selecionados devem adequar-se às características psicológicas dos participantes. Esta tarefa obriga a que tenhamos que determinar quais as características diretamente relacionadas com a aprendizagem: conhecimentos prévios, ritmos de aprendizagem, capacidade de expressão, inteligência,…

    Há grupos de formandos que necessitam de ser mais estimulados que outros. Há que aferir qual o recurso que melhor o estimulará. É indispensável que se faça uma análise criteriosa às características do público-alvo e que daí resultem experiências suficientes para fazer assimilar determinados conceitos.

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